LEITURAS DIÁRIAS - Pág. 48 - RED
Versão: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada
Segunda-feira
Ct 1
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1 |
Cântico dos cânticos de Salomão. |
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2 |
Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. |
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3 |
Suave é o aroma dos teus ungüentos, como ungüento derramado é o teu nome; por isso, as donzelas te amam. |
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4 |
Leva-me após ti, apressemo-nos. O rei me introduziu nas suas recâmaras. Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; não é sem razão que te amam. |
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5 |
Eu estou morena e formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão. |
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6 |
Não olheis para o eu estar morena, porque o sol me queimou. Os filhos de minha mãe se indignaram contra mim e me puseram por guarda de vinhas; a vinha, porém, que me pertence, não a guardei. |
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7 |
Dize-me, ó amado de minha alma: onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes repousar pelo meio-dia, para que não ande eu vagando junto ao rebanho dos teus companheiros? |
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8 |
Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas dos rebanhos e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores. |
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9 |
Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó querida minha. |
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10 |
Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço, com os colares. |
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11 |
Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata. |
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12 |
Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume. |
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13 |
O meu amado é para mim um saquitel de mirra, posto entre os meus seios. |
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14 |
Como um racimo de flores de hena nas vinhas de En-Gedi, é para mim o meu amado. |
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15 |
Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas. |
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16 |
Como és formoso, amado meu, como és amável! O nosso leito é de viçosas folhas, |
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17 |
as traves da nossa casa são de cedro, e os seus caibros, de cipreste. |
Terça-feira
Pv 5
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1 |
Filho meu, atende a minha sabedoria; à minha inteligência inclina os ouvidos |
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2 |
para que conserves a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento; |
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3 |
porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; |
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4 |
mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes. |
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5 |
Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno. |
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6 |
Ela não pondera a vereda da vida; anda errante nos seus caminhos e não o sabe. |
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7 |
Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca. |
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8 |
Afasta o teu caminho da mulher adúltera e não te aproximes da porta da sua casa; |
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9 |
para que não dês a outrem a tua honra, nem os teus anos, a cruéis; |
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10 |
para que dos teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia; |
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11 |
e gemas no fim de tua vida, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, |
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12 |
e digas: Como aborreci o ensino! E desprezou o meu coração a disciplina! |
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13 |
E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem a meus mestres inclinei os ouvidos! |
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14 |
Quase que me achei em todo mal que sucedeu no meio da assembléia e da congregação. |
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15 |
Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. |
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16 |
Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? |
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17 |
Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. |
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18 |
Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, |
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19 |
corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. |
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20 |
Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra? |
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21 |
Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele considera todas as suas veredas. |
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22 |
Quanto ao perverso, as suas iniqüidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido. |
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23 |
Ele morrerá pela falta de disciplina, e, pela sua muita loucura, perdido, cambaleia. |
Quarta-feira
Pv 15.13 e 17,22; Is 62.5
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13 |
O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate. |
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22 |
O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. |
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5 |
Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus. |
Quinta-feira
Ez 16.7-14
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7 |
Eu te fiz multiplicar como o renovo do campo; cresceste, e te engrandeceste, e chegaste a grande formosura; formaram-se os teus seios, e te cresceram cabelos; no entanto, estavas nua e descoberta. |
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8 |
Passando eu por junto de ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de amores; estendi sobre ti as abas do meu manto e cobri a tua nudez; dei-te juramento e entrei em aliança contigo, diz o SENHOR Deus; e passaste a ser minha. |
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9 |
Então, te lavei com água, e te enxuguei do teu sangue, e te ungi com óleo. |
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10 |
Também te vesti de roupas bordadas, e te calcei com couro da melhor qualidade, e te cingi de linho fino, e te cobri de seda. |
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11 |
Também te adornei com enfeites e te pus braceletes nas mãos e colar à roda do teu pescoço. |
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12 |
Coloquei-te um pendente no nariz, arrecadas nas orelhas e linda coroa na cabeça. |
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13 |
Assim, foste ornada de ouro e prata; o teu vestido era de linho fino, de seda e de bordados; nutriste-te de flor de farinha, de mel e azeite; eras formosa em extremo e chegaste a ser rainha. |
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14 |
Correu a tua fama entre as nações, por causa da tua formosura, pois era perfeita, por causa da minha glória que eu pusera em ti, diz o SENHOR Deus. |
Sexta-feira
Ct 4
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1 |
Como és formosa, querida minha, como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas e brilham através do teu véu. Os teus cabelos são como o rebanho de cabras que descem ondeantes do monte de Gileade. |
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2 |
São os teus dentes como o rebanho das ovelhas recém-tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma delas há sem crias. |
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3 |
Os teus lábios são como um fio de escarlata, e tua boca é formosa; as tuas faces, como romã partida, brilham através do véu. |
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4 |
O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para arsenal; mil escudos pendem dela, todos broquéis de soldados valorosos. |
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5 |
Os teus dois seios são como duas crias, gêmeas de uma gazela, que se apascentam entre os lírios. |
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6 |
Antes que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso. |
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7 |
Tu és toda formosa, querida minha, e em ti não há defeito. |
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8 |
Vem comigo do Líbano, noiva minha, vem comigo do Líbano; olha do cimo do Amana, do cimo do Senir e do Hermom, dos covis dos leões, dos montes dos leopardos. |
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9 |
Arrebataste-me o coração, minha irmã, noiva minha; arrebataste-me o coração com um só dos teus olhares, com uma só pérola do teu colar. |
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10 |
Que belo é o teu amor, ó minha irmã, noiva minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho, e o aroma dos teus ungüentos do que toda sorte de especiarias! |
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11 |
Os teus lábios, noiva minha, destilam mel. Mel e leite se acham debaixo da tua língua, e a fragrância dos teus vestidos é como a do Líbano. |
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12 |
Jardim fechado és tu, minha irmã, noiva minha, manancial recluso, fonte selada. |
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13 |
Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: a hena e o nardo; |
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14 |
o nardo e o açafrão, o cálamo e o cinamomo, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e o aloés, com todas as principais especiarias. |
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15 |
És fonte dos jardins, poço das águas vivas, torrentes que correm do Líbano! |
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16 |
Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ah! Venha o meu amado para o seu jardim e coma os seus frutos excelentes! |
Sábado
Ct 7
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1 |
Que formosos são os teus passos dados de sandálias, ó filha do príncipe! Os meneios dos teus quadris são como colares trabalhados por mãos de artista. |
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2 |
O teu umbigo é taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre é monte de trigo, cercado de lírios. |
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3 |
Os teus dois seios, como duas crias, gêmeas de uma gazela. |
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4 |
O teu pescoço, como torre de marfim; os teus olhos são as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco. |
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5 |
A tua cabeça é como o monte Carmelo, a tua cabeleira, como a púrpura; um rei está preso nas tuas tranças. |
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6 |
Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias! |
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7 |
Esse teu porte é semelhante à palmeira, e os teus seios, a seus cachos. |
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8 |
Dizia eu: subirei à palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs. |
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9 |
Os teus beijos são como o bom vinho, vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes. |
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10 |
Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim. |
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11 |
Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. |
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12 |
Levantemo-nos cedo de manhã para ir às vinhas; vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; dar-te-ei ali o meu amor. |
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13 |
As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu tos reservei, ó meu amado. |
Domingo
1 Sm 1.5-8
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5 |
A Ana, porém, dava porção dupla, porque ele a amava, ainda mesmo que o SENHOR a houvesse deixado estéril. |
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6 |
(A sua rival a provocava excessivamente para a irritar, porquanto o SENHOR lhe havia cerrado a madre.) |
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7 |
E assim o fazia ele de ano em ano; e, todas as vezes que Ana subia à Casa do SENHOR, a outra a irritava; pelo que chorava e não comia. |
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8 |
Então, Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que estás de coração triste? Não te sou eu melhor do que dez filhos? |
